airBaltic prevê até 700 cortes de empregos nos países bálticos
A airBaltic informou em 5 de outubro de 2026 que poderá eliminar entre 500 e 700 postos de trabalho em suas bases de Riga, na Letônia, Vilnius, na Lituânia, e Tallinn, na Estônia. A companhia emprega atualmente cerca de 3.000 pessoas nos países bálticos, o que significa que a faixa inicialmente estimada pode representar aproximadamente um quinto de sua força de trabalho. A empresa ressalvou, contudo, que o número ainda não é definitivo e poderá mudar durante as consultas e demais etapas do processo. Nenhuma decisão individual foi tomada até o momento, e a airBaltic ainda não detalhou como eventuais reduções seriam distribuídas entre bases, áreas ou grupos profissionais.
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- Fonte
- AeroTime
- Data
- 5 de outubro de 2026 às 13:45 UTC
- Categoria
- Aviacao Comercial (AVC)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- Riga, Latvia · 56.9496, 24.1052
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A airBaltic informou em 5 de outubro de 2026 que poderá eliminar entre 500 e 700 postos de trabalho em suas bases de Riga, na Letônia, Vilnius, na Lituânia, e Tallinn, na Estônia. A companhia emprega atualmente cerca de 3.000 pessoas nos países bálticos, o que significa que a faixa inicialmente estimada pode representar aproximadamente um quinto de sua força de trabalho. A empresa ressalvou, contudo, que o número ainda não é definitivo e poderá mudar durante as consultas e demais etapas do processo. Nenhuma decisão individual foi tomada até o momento, e a airBaltic ainda não detalhou como eventuais reduções seriam distribuídas entre bases, áreas ou grupos profissionais.
A possível redução faz parte de um novo plano de negócios anunciado pela companhia em agosto de 2026. A estratégia estabelece como prioridade a estabilidade financeira, deixando o crescimento em segundo plano, e pretende adequar a estrutura da empresa ao seu futuro modelo operacional. Entre os elementos previstos estão uma rede mais concentrada em Riga, maior eficiência operacional e o reforço de parcerias de ACMI durante todo o ano. Nesse tipo de acordo, uma empresa aérea contratada fornece aeronaves, tripulação, manutenção e seguro para operar voos em nome de outra companhia, embora o material fornecido não detalhe contratos específicos da airBaltic.
O plano também prevê uma redução da frota formada exclusivamente por aeronaves Airbus A220-300. A empresa espera diminuir o número de aviões de 54 para 36 até o fim de 2026. Depois dessa redução, a frota deverá voltar a crescer gradualmente, chegando a cerca de 40 aeronaves em 2031, conforme a projeção apresentada. A reorganização da frota e da malha está associada ao esforço para ajustar a capacidade e a estrutura de custos da companhia. O material disponível não informa quais rotas ou frequências poderão ser alteradas como consequência dessas medidas, nem estabelece uma relação direta entre cada ajuste operacional e os postos potencialmente eliminados.
As negociações com os sindicatos são uma das etapas que ainda podem modificar o resultado final. A airBaltic informou que discute possíveis acordos de redução de carga de trabalho para pilotos e tripulantes de cabine. Para as demais áreas, a companhia trabalha no desenvolvimento de novas estruturas organizacionais. Segundo a empresa, a faixa de 500 a 700 cortes reflete esse processo ainda em andamento. A administração também comunicou que seria prematuro apresentar estimativas para bases, funções ou grupos específicos, já que as decisões individuais não foram concluídas. A companhia notificou a Agência Estatal de Emprego sobre o processo planejado de demissão coletiva.
O presidente e diretor executivo da airBaltic, Erno Hildén, classificou o procedimento como importante e sensível para toda a equipe. A direção afirmou que pretende conduzir as próximas etapas com transparência, respeito e cuidado, mantendo os funcionários informados à medida que o processo avançar. A empresa também declarou que seguirá as exigências legais e regulatórias aplicáveis, além dos procedimentos de consulta pertinentes. O comunicado não confirma demissões imediatas nem apresenta um calendário detalhado para a conclusão das negociações, mas indica que a companhia está formalizando o processo junto às instituições competentes e aos representantes dos trabalhadores.
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