Joint venture Delta-LATAM amplia capacidade combinada em 31%
A parceria entre a Delta Air Lines e a LATAM Airlines ampliou em aproximadamente 31% a capacidade combinada desde 2023, segundo dados divulgados pelas companhias. O período de comparação considera 2026 em relação ao primeiro ano completo de calendário da joint venture. Desde o lançamento da cooperação, em 2022, as empresas informaram ter operado 83 mil voos e transportado 17,4 milhões de passageiros entre outubro daquele ano e julho de 2026. A rede conjunta também ofereceu 20,8 milhões de assentos nos mercados abrangidos pelo acordo, que conecta rotas entre a América do Norte e a América do Sul.
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- Fonte
- Air Data News
- Data
- 8 de outubro de 2026 às 17:53 UTC
- Categoria
- Companhias Aereas (CIA)
- Maturidade
- Nota

A parceria entre a Delta Air Lines e a LATAM Airlines ampliou em aproximadamente 31% a capacidade combinada desde 2023, segundo dados divulgados pelas companhias. O período de comparação considera 2026 em relação ao primeiro ano completo de calendário da joint venture. Desde o lançamento da cooperação, em 2022, as empresas informaram ter operado 83 mil voos e transportado 17,4 milhões de passageiros entre outubro daquele ano e julho de 2026. A rede conjunta também ofereceu 20,8 milhões de assentos nos mercados abrangidos pelo acordo, que conecta rotas entre a América do Norte e a América do Sul.
O crescimento está relacionado à expansão da oferta e do tráfego entre os dois subcontinentes. A joint venture reúne operações das duas empresas em uma estrutura transfronteiriça, permitindo que a capacidade seja analisada de forma combinada nos mercados cobertos. O aumento de 31% representa, portanto, uma comparação da capacidade disponibilizada pelas duas companhias em 2026 com o nível registrado em 2023, e não apenas uma variação no número de passageiros transportados. Os dados de passageiros, voos e assentos correspondem a períodos e métricas específicos apresentados no balanço da parceria.
O Brasil e o Equador aparecem entre os países que registraram alguns dos maiores aumentos associados à expansão da cooperação. O material de origem destaca esses mercados no contexto do crescimento da capacidade conjunta, mas não apresenta, no resumo disponível, os percentuais individuais correspondentes a cada país. A menção indica que a evolução da oferta não ocorreu de maneira uniforme em todas as áreas atendidas pelo acordo, embora os dados fornecidos não permitam detalhar a contribuição específica de cada mercado para o resultado global.
A Argentina também apresentou forte expansão dentro da rede. O país ingressou na joint venture em 2025 e registrou, em 2026, aumento de quase 47% na capacidade combinada em comparação com 2025. Esse resultado é apresentado como uma das maiores variações entre os mercados da parceria. Como a entrada argentina ocorreu posteriormente ao início da cooperação, sua comparação utiliza uma base própria, diferente da análise geral que mede 2026 contra 2023, primeiro ano completo da joint venture.
Os números divulgados abrangem diferentes dimensões da atividade aérea: 83 mil voos indicam o volume de operações realizadas; 17,4 milhões correspondem aos passageiros transportados no intervalo informado; e 20,8 milhões representam os assentos oferecidos pela rede conjunta nos mercados incluídos. Essas métricas não são equivalentes e não devem ser interpretadas como uma única série estatística. A diferença entre passageiros e assentos, por exemplo, não permite calcular uma taxa de ocupação sem dados adicionais sobre o período exato e a metodologia utilizada.
A expansão descrita ocorre quatro anos após o início da parceria, em um momento no qual as companhias destacam o aumento das conexões entre a América do Norte e a América do Sul. O balanço não informa, no material fornecido, quais rotas específicas responderam pela maior parte do crescimento, nem apresenta projeções futuras para a capacidade. Os dados disponíveis registram a evolução acumulada da cooperação até julho de 2026 e mostram a ampliação da oferta conjunta em comparação com 2023, além de resultados nacionais destacados para Argentina, Brasil e Equador.
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