Reuters relata plano anterior de sequestro em voo da flydubai
O copiloto da flydubai acusado de agredir o comandante e de tentar assumir o controle de uma aeronave teria planejado sequestrar e derrubar um voo anterior com destino a Tel Aviv. A informação foi atribuída a uma fonte a par da investigação conduzida nos Emirados Árabes Unidos. Segundo esse relato, o tripulante teria desistido da ação porque conhecia uma pessoa que estava a bordo. Dois funcionários israelenses também afirmaram que o plano teria sido elaborado antes de o homem ingressar na companhia aérea e que ele teria pesquisado empresas que operavam voos para Tel Aviv.
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- Fonte
- AeroTime
- Data
- 5 de outubro de 2026 às 13:28 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- Tel Aviv · 32.0853, 34.7818
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O copiloto da flydubai acusado de agredir o comandante e de tentar assumir o controle de uma aeronave teria planejado sequestrar e derrubar um voo anterior com destino a Tel Aviv. A informação foi atribuída a uma fonte a par da investigação conduzida nos Emirados Árabes Unidos. Segundo esse relato, o tripulante teria desistido da ação porque conhecia uma pessoa que estava a bordo. Dois funcionários israelenses também afirmaram que o plano teria sido elaborado antes de o homem ingressar na companhia aérea e que ele teria pesquisado empresas que operavam voos para Tel Aviv.
O episódio ao qual a investigação se refere ocorreu em um Boeing 737 MAX 8 da flydubai que fazia a rota entre Dubai e Tel Aviv. Em 30 de setembro de 2026, a aeronave desviou para a Arábia Saudita depois de transmitir códigos de emergência no transponder, incluindo um sinal usado para indicar interferência ilícita em uma aeronave. Durante o voo, o primeiro-oficial atacou o comandante com um machado mantido na cabine de comando para uso em situações de emergência. O material divulgado não apresenta, porém, uma conclusão pública sobre as razões específicas que teriam levado o copiloto a agir naquele momento.
Mesmo ferido por golpes de faca, o comandante conseguiu abrir a porta da cabine. A entrada permitiu que passageiros chegassem ao compartimento de voo e ajudassem a conter o agressor. Paralelamente, um piloto adicional da flydubai que estava a bordo assumiu os controles da aeronave. Essa intervenção ocorreu depois de o avião perder mais de 14 mil pés de altitude em aproximadamente 30 segundos, conforme o relato disponível. A sequência descrita indica uma resposta conjunta da tripulação e dos passageiros para interromper o ataque e manter o controle do avião.
As autoridades dos Emirados Árabes Unidos tratam oficialmente o caso como um ataque terrorista. Até o momento indicado no material, o governo não havia divulgado publicamente a identidade nem a nacionalidade do copiloto. Fontes familiarizadas com a apuração, contudo, disseram a veículos de comunicação que ele seria omanense. Essa informação permanece apresentada como relato de fontes, e não como confirmação oficial. Também foram mencionadas declarações de dois funcionários israelenses sobre supostos planos anteriores, mas o conteúdo não informa que essas alegações tenham sido formalmente confirmadas pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Em 3 de outubro de 2026, as autoridades dos Emirados Árabes Unidos afirmaram que o copiloto começou a executar seu plano durante o voo, atacando o comandante dentro da cabine com um machado de emergência e tentando assumir o controle da aeronave. A declaração foi atribuída ao conselheiro Hamad Saif Al Shamsi, procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos. O material não detalha outras medidas judiciais ou operacionais adotadas contra o tripulante, nem informa a situação dos demais ocupantes após o pouso na Arábia Saudita.
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Nota
Investigação apura alertas sobre copiloto de voo da flydubai
A investigação sobre o ataque ocorrido em um voo da flydubai com destino a Tel Aviv passou a examinar tanto a ação do copiloto suspeito quanto as etapas de contratação, autorização e verificação de segurança que permitiram sua atuação na cabine. O episódio ocorreu em 30 de setembro, quando o tripulante, cidadão de Omã, teria atacado o comandante com um machado de emergência e tentado assumir os controles durante o voo. A intervenção de passageiros, possível após a abertura da porta da cabine, permitiu dominar o agressor, e a aeronave realizou um pouso de emergência. O voo transportava 182 pessoas. As autoridades dos Emirados Árabes Unidos classificaram o caso como ataque terrorista, mas a motivação definitiva e eventuais vínculos externos ainda não haviam sido estabelecidos publicamente.
SEG · Severidade 1
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Nota
Quantos voos comissários de bordo realizam por ano
Não existe um número único de voos realizados por comissários de bordo em um ano. As companhias aéreas e os reguladores acompanham principalmente horas de voo, períodos de serviço e intervalos de descanso, e não a quantidade individual de trechos. Por isso, a estimativa depende do tipo de operação, da duração das rotas, da escala de trabalho, das esperas em solo e das funções cumpridas antes e depois de cada voo. Em linhas gerais, tripulantes em regime integral acumulam cerca de 75 a 100 horas de voo por mês, ou aproximadamente 900 horas em 12 meses, embora os limites e a prática possam variar conforme o país, a empresa e o contrato de trabalho.