Dois voos da Delta registram fumos na cabine em 48 horas
Dois voos da Delta Air Lines registraram eventos de fumaça, fumos ou odores na cabine em um intervalo de aproximadamente 48 horas. Em um dos casos, o Airbus A220 que fazia a ligação entre Jacksonville e Nova York foi desviado para Raleigh-Durham após a tripulação detectar fumos a bordo. No dia seguinte, outro A220, que voava de Nova York para Chicago, declarou emergência durante a aproximação ao destino depois de identificar uma ocorrência semelhante. As duas aeronaves pousaram com segurança, e os passageiros desembarcaram normalmente pelos portões. Não há indicação, no material disponível, de que os episódios estejam relacionados.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 10 de setembro de 2026 às 22:19 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Raleigh-Durham · 35.8801, -78.7880

Dois voos da Delta Air Lines registraram eventos de fumaça, fumos ou odores na cabine em um intervalo de aproximadamente 48 horas. Em um dos casos, o Airbus A220 que fazia a ligação entre Jacksonville e Nova York foi desviado para Raleigh-Durham após a tripulação detectar fumos a bordo. No dia seguinte, outro A220, que voava de Nova York para Chicago, declarou emergência durante a aproximação ao destino depois de identificar uma ocorrência semelhante. As duas aeronaves pousaram com segurança, e os passageiros desembarcaram normalmente pelos portões. Não há indicação, no material disponível, de que os episódios estejam relacionados.
O primeiro caso envolveu o voo 1035, que partiu do Aeroporto Internacional de Jacksonville com destino ao Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York. Durante a operação, a tripulação percebeu a presença de fumos na cabine e decidiu interromper o trajeto até JFK, seguindo para o Aeroporto Internacional de Raleigh-Durham. A aeronave pousou sem registro de consequências adicionais, e as 113 pessoas a bordo deixaram o avião normalmente no portão. Posteriormente, os passageiros foram acomodados em outra aeronave para continuar a viagem até Nova York.
A declaração de emergência feita no voo 1035 teve como objetivo obter prioridade no atendimento do controle de tráfego aéreo. Segundo a explicação apresentada, o procedimento não significava que o avião tivesse perdido o controle ou enfrentasse uma falha catastrófica imediata. A resposta da tripulação foi adotada porque a origem dos fumos não estava esclarecida durante o voo. O desvio permitiu que a aeronave pousasse em um aeroporto alternativo, onde poderia ser avaliada com maior segurança e com apoio das equipes em solo.
O segundo episódio ocorreu no voo 1390, entre o Aeroporto LaGuardia, em Nova York, e o Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago. O Airbus A220 identificou fumos durante a aproximação para O’Hare, e a tripulação declarou emergência para receber prioridade operacional e realizar um pouso seguro. As 130 pessoas a bordo desembarcaram normalmente no portão após a chegada. Depois do incidente, as equipes de manutenção da Delta retiraram a aeronave de serviço para avaliação. Os dados públicos de rastreamento confirmam a operação do trecho, mas não esclarecem a causa dos fumos.
Eventos desse tipo podem ter origens diferentes, o que dificulta uma conclusão imediata durante o voo. O material cita como possibilidades técnicas falhas em vedações de óleo de motores ou problemas em rolamentos de ventiladores do sistema de recirculação, sem afirmar que qualquer uma dessas condições tenha ocorrido nos aviões da Delta. Sistemas de ventilação são projetados para manter a qualidade do ar em condições normais e em determinadas situações de falha, combinando ar externo e recirculado. Muitos aviões também utilizam filtragem HEPA na parcela recirculada. Ainda assim, a composição dos fumos varia, e os riscos de cada ocorrência podem ser difíceis de quantificar.
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