Voo da American retorna a Miami após ameaça à tripulação
O voo 339 da American Airlines, que fazia a ligação entre Miami e Georgetown, na Guiana, retornou ao aeroporto de origem na noite de quinta-feira após um incidente envolvendo um passageiro e membros da tripulação. Segundo os relatos disponíveis, o homem teria avançado em direção às comissárias na parte traseira do Boeing 737 MAX 8 durante a subida e feito uma ameaça verbal. O comandante comunicou o episódio ao controle de tráfego aéreo, e a aeronave voltou para Miami poucos minutos depois da decolagem. O pouso ocorreu com segurança, mas a ocorrência provocou várias horas de atraso para os demais passageiros.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 23 de outubro de 2026 às 18:06 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Miami · 25.7617, -80.1918

O voo 339 da American Airlines, que fazia a ligação entre Miami e Georgetown, na Guiana, retornou ao aeroporto de origem na noite de quinta-feira após um incidente envolvendo um passageiro e membros da tripulação. Segundo os relatos disponíveis, o homem teria avançado em direção às comissárias na parte traseira do Boeing 737 MAX 8 durante a subida e feito uma ameaça verbal. O comandante comunicou o episódio ao controle de tráfego aéreo, e a aeronave voltou para Miami poucos minutos depois da decolagem. O pouso ocorreu com segurança, mas a ocorrência provocou várias horas de atraso para os demais passageiros.
O voo era operado originalmente pelo Boeing 737 MAX 8 de matrícula N338ST. A programação previa saída do Aeroporto Internacional de Miami às 18h09 e chegada a Georgetown às 22h41, em uma viagem estimada em cerca de quatro horas e meia. Naquela noite, a aeronave deixou Miami aproximadamente às 18h40, cerca de meia hora depois do horário previsto. Durante a subida, contudo, a tripulação relatou a perturbação e decidiu interromper a viagem internacional. O avião atingiu uma altitude máxima informada de 22 mil pés antes de iniciar o retorno.
Em comunicação registrada com o controle de tráfego aéreo, um dos pilotos afirmou que o passageiro havia “avançado sobre as comissárias na parte traseira da aeronave”. Um integrante da tripulação também relatou posteriormente que as palavras atribuídas ao homem foram: “Eu cuidarei de vocês quando pousarmos na Guiana”, em tom considerado ameaçador. As informações disponíveis indicam que houve uma discussão verbal, mas não uma agressão física. A apuração do gabinete do xerife do condado de Miami-Dade apontou que não foi cometida agressão, e o passageiro deixou a aeronave sem incidentes após o pouso.
O primeiro avião pousou novamente em Miami por volta das 19h18, depois de executar o procedimento de retorno descrito nos relatos sobre o caso. Embora a aeronave tenha chegado ao solo sem registro de feridos ou de agressão física, o episódio impediu a continuidade daquela operação. A American Airlines foi procurada para fornecer informações adicionais, mas não havia apresentado uma resposta imediata no material consultado. Os relatos também informam que o passageiro seria reacomodado em outro voo, enquanto os demais viajantes aguardavam a retomada do serviço.
A viagem para a Guiana acabou sendo realizada ainda na mesma noite, mas com outra aeronave. Um segundo Boeing 737 MAX 8, de matrícula N343SY, assumiu a operação do voo 339 e decolou de Miami às 23h, quase cinco horas depois do horário originalmente previsto. O avião conseguiu reduzir parte do atraso durante o trajeto, chegando a Georgetown às 2h52 do dia seguinte. Assim, os passageiros desembarcaram pouco mais de quatro horas depois do horário programado, que era 22h41. A troca de aeronave permitiu preservar a ligação internacional, apesar da interrupção provocada pelo incidente.
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